Hey folks,
A última faixa do disco ainda não um nome. Já tivemos três títulos distintos para ela, mas de toda forma vai falar sobre um pouco do que o Musique representou e tecer alguns agradecimentos. Por sinal, por motivos melódicos e de métrica foi difícil expressar certas coisas em palavras, em especial a como me referir ao pessoal que cantou com o Musique nos álbuns. Estes ganharam a tag 'co-singers' na letra, já que foi o melhor encaixe com o que vínhamos fazendo na melodia lá.
Será uma faixa com uma levada super similar à de Kluster, do primeiro álbum, com a caixa de bateria em 4 e 7, se formos contar a batida como um 8/8 clássico. Será bastante densa e com aquelas estrofes super trevosas e atonais com uma tonelada de tribais e caixas quebradas em locais distintos. Mais uma faixa desafiadora para os nossos amigos bateristas! No final, o mesmo efeito lento e sem métrica que adotamos no final de Floater, do Reverse. O produtor me disse várias vezes como se chama esse efeito de ir deixando mais e mais lento no final, mas já esqueci. Quem mandou eu não estudar música?
Um pouco de orquestrações também adentrarão essa faixa, um pouco menos explícito do que fizemos em Burden, no Soundtracks For Pedestrians, mas tem mais ou menos a mesma intenção ali.
Bem, acho que na sequência das postagens iremos falar sobre alguns detalhes da gravação dos vocais e de como a produção foi feita, para mais tarde darmos início às postagens das letras traduzidas, ou de fragmentos das mesmas, bem como o título do álbum, data de lançamento... enfim, outras notícias e curiosidades que possam ser relevantes aos poucos, porém fiéis acompanhadores da nossa carreira.
Nos vemos!